Onde foi parar a Democracia
A aparente tranquilidade do povo brasileiro esconde a apreensão com os rumos que a nossa democracia está tomando. A postura de um único Ministro do STF impões sobre os demais poderes da República uma subserviência que mais se evidencia como uma submissão diante dos descalabros que promove.
A esperança que o povo havia depositado nas Forças Armadas se tornou em um total desprezo, principalmente por ver generais serem aprisionados sem cometerem crimes e ainda serem enxovalhados pelo período do Regime Militar que evitou, a pedido do povo, da implantação do comunismo. Os militares de alta patente são marionetes a saldar um descondenado e reconhecido ladrão do povo. Um mentiroso contumaz que acredita estar acima da lei e da ordem diante do aparelhamento que ele e José Dirceu implementaram no governo.
Foram ao longo dos anos criando o exército de idiotas úteis com os sindicatos, com o sistema educacional onde os professores acreditaram na aberração de um socialista plagiador de programa educacional como Paulo Freire e de professores universitários que se consideravam uma casta importante no processo de tomada do poder desconstruindo a família e conceitos de ética e moral.
Vandalizar para causar era o lema dos baderneiros, que invadiam lojas e as saqueavam nos “movimentos sociais” e a estimular a invasão do campo para desestabilizar a produção e gerar revolta no campo e quem sabe obter o que o comunismo faz muito bem, causar a morte de milhões de pessoas por inanição e miséria.
A Democracia brasileira hoje depende do pensamento raivoso do ministro Alexandre de Moraes em sua perseguição a desafetos e compromisso com a esquerda. Destruiu o ensino do Direito colocando toda as leis e, principalmente, a Constituição a seu bem entender.
O governo a que este ministro empossou nada mais é do que uma marionete onde a estes permitem proceder transgressões da mais diversas, desde de que não o impeçam de levar sua perversidade na aplicação do poder que lhe foi conferido e que se aufere. O Executivo do governo anterior a todo instante era cerceado até mesmo no que era de atribuição exclusiva como nomeação de ocupantes de cargos públicos. Agora os ministérios estão ocupados com elementos com extensa ficha criminal e a promover gastos com dinheiro público totalmente inadequados que geraram um déficit de mais de 240 bilhões de reais no ano passado.
Esta Democracia, a qual o semialfabetizado diz ser “relativa” realmente não confere com a mesma representa. Segue agora comprando voto no Congresso com o “orçamento secreto” que tanto criticavam, mas que agora é de orçamento do relator. É como se dizer que “pau é pedra” e a este pensamento nefasto é apoiado por seus asseclas que recebem suas migalhas para se dizerem amigos dos poderosos.
Nosso Congresso há muito vem sendo descreditado pelo orda de senadores e deputados famintos por propinas, cargos e corrupção. Está mais para um curral de ovelhas buscando sempre empurrar uma para o abate, quando esta não acompanha o rebanho. Mesmo agora onde há um certo equilíbrio de forças as presidências das casas são uma vergonha e se vê mais de 500 deputados sem poderem votar projetos importantes e realmente buscarem o melhor para a nação.
A presidência da Câmara se permitiu cassar deputados pelo STF, quando esta é que deveria votar e discutir garantindo o direito a opinião e reprimir toda e qualquer tentativa de cercear a liberdade de expressão como prevê a Carta Magna. O Senado, a tal Câmara alta do Congresso já deveria ter se imposto diante de ministros que estão a burlar e corromper a Constituição e estarem ainda destruindo todo o rito processual. Talvez o impeachment realmente fosse necessário, mas não somente de um elemento, mas de todos os que estão descumprindo com a liturgia do cargo e vivendo nababescamente em seu palácio de gastos bilionários.
Somente o povo é que poderá trazer novamente o país para a Democracia plena, não esta palhaçada que estão impondo a todos os brasileiros. O povo deve dar a resposta nas urnas já nesta eleição, para que outras esferas do poder se atendem de que o gigante pode estar em berço esplêndido, mas consciente e de olhos abertos para o que está ao seu redor.