EDITORIAL

Bolsonaro reativou ferrovias e atual governo é que faz o “trenzinho da alegria”

Um país de dimensões continentais com o Brasil tem seu principal modal de transporte sobre rodas. Milhares de quilômetros de rodovias federais, estaduais e municipais integram e interligam cidades e estados permitindo o transporte de mais de 80% da produção brasileira. Um transporte, caro e que exige constante investimentos na melhoria e ampliação das estradas. Além disso, a poluição gerada pela queima de diesel e demais produtos não degradáveis também colaboram para poluir. O transporte rodoviário, mesmo com todos estes aspectos negativos foi o que proporcionou o desenvolvimento do país e transportou nossa maior riqueza que são os minérios e principalmente as safras crescentes do trabalho do Agronegócio. Ainda constitui um importante modal e que poderia em grande suprimir as viagens de longas distâncias pela via férrea.

O governo Bolsonaro foi reativando juntamente com parcerias público-privadas o uso das ferrovias e ampliando a malha rodoviária para atender a demanda de transporte para grandes quantidades, como no caso de produção agrícola e de minério. Ferrovias estas que integram regiões produtoras com os portos brasileiros. É o caso da famosa ferrovia-norte-sul que em governos passados consumiram bilhões de reais e nada ligaram, ou a ferrovia leste-oeste que corta o Nordeste e a região centro oeste levando ao porto de Ilhéus a produção agrícola. Interligações de rodovias, ferrovias e ainda melhorias de modo a modernizar e encurtar distâncias e custos de transporte. Um trabalho sério e muito técnico do ex-ministro Tarcísio de Freitas que estava a revolucionar o transporte pelo país. Além disso as hidrovias também foram foco de atenções, pois são modais que possuem custo menor, poluem menos e transportam muito mais em pouco tempo.

O aumento da malhar ferroviária permitirá a redução do custo do transporte, aumenta a competitividade da produção brasileira no comércio de comodities e poluem menos. Países com os Estados Unidos, Índia, China e boa parte da Europa usam o meio rodoviário como meio de transporte de passageiros como também para sua produção e transporte de mercadorias. Já o Brasil, sendo um país tropical e sub tropical adotou as rodovias que tem sua vida útil reduzida pelo sol escaldante, bem como pelo excesso de peso dos caminhões, além e centenas de vidas perdidas em acidentes, roubos de cargas, roubos de caminhões e milhares de pneus sendo descartados. O advento do hidrogênio verde e caminhões e ônibus elétricos irão amenizar esta poluição por hidrocarbonetos, mas a ferrovia substituirá mais de 300 caminhões numa de suas viagens de trens graneleiros carregados. Não é uma evolução, mas sim uma modernização com a ampliação de um modal pouco considerado pelos governos anteriores.

Estes investimentos estão sob risco pelo atual governo, onde para este tem sido para o “trenzinho da alegria” em viagens no avião presidencial para hospedagem em hotéis de luxo. Em 2023 foram mais de 20 viagens internacionais ao custo de mais de 2 bilhões de reais em que nada de produtivo se fez. Foram “núpcias” do ladrão e sua concubina da prisão cercada de “amigos” do Tesouro Nacional. Viagens pagas com dinheiro público e gasto sem medidas, a ponto de serem colocados sob 100 anos de sigilo os gastos com os cartões corporativos onde ficaram secretamente junto com o 60 milhões de votos das urnas de Moraes. Além desses escancarados gastos, há a farra dos aviões da FAB para servir de aeronave particular como no caso da ministra Ariele Franco, defensora dos pobres da favela. Ministro que asfalto estrada de acesso a sua fazenda no Pará e tantos outros escândalos que a grande mídia encobre, ou como se diz “passa pano”.

Por fim o “trenzinho da alegria” agora está a serviço do STF, PGR, STJ e outras autoridades judiciárias de alto escalão para um convescote na Inglaterra em hotel de R$ 8mil em diária. Algo que lembra muito os Congressos Nacionais de Vereadores, geralmente em cidades turísticas e que mais era uma farra com diárias das Câmaras de Vereadores para fazerem turismo e programações que ninguém participava. Muitos destes denunciados e com vereadores tendo de devolver diárias. A viagem de ministros do STF, além estarem recebendo salários e regalias para viagem e “palestras” no exterior patrocinadas por empresas com questionamentos junto a corte, deixam de decidir centenas de processos eu podem significar a vida ou a morte de centenas de pessoas que estão aguardando por até décadas por uma decisão sobre seus direitos.

O retorno do governo da extrema esquerda marginal ao poder está corrompendo nosso país, destruindo valores culturais e éticos da população e sendo permissivo com a criminalidade. Enquanto isto o “trenzinho da alegria” segue ora nos trilhos, ora viajando sobre as nuvens negras da bandidagem e da ditadura.