CONGRESSO SE INSURGE

A ação condenada pelos esquerdistas com relação ao meio ambiente quando Ricardo Salles citou em reunião ministerial o “passar a boiada” agora surge as pautas destruidoras da família e da nação Democrática que a esquerda tenta passar em meio a tragédia do Rio Grande do Sul.

Nesta terça-feira o Congresso se insurgiu contra o governo comunista e de ladrões protegidos pelo STF ao derrubar vários vetos que além de cercear a liberdade de expressão da população, pretendia dar mais “liberdade” aos detentos com as saidinhas. Por fim também derrubou o veto parcial de uma emenda da LDO que destinava recursos do SUS para políticas de incentivo ao aborto legal e a cirurgia de mudança de sexo. A emenda para derrubar o veto foi de deputado Eduardo Bolsonaro e que ainda proíbe o governo de usar dinheiro público para ações que influenciem crianças ou jovens e adolescentes a terem “opções sexuais diferentes do sexo biológico”. Todo este arcabouço visa terminar com a célula máter da sociedade que é a família desconstituindo a família tradicional de pai, mãe e filhos. Proposições estas que pessoas com as deputados e deputados do PSOL, PT e outros puxadinhos apoiam.

A esquerda está preocupada em destruir a sociedade e criar uma anormalidade tendo como principal motivo a criação de pessoas governo-dependentes para escravizar com programas sociais e manterem-se no poder. A corrupção é algo inerente da esquerda e isto fica evidente quando vemos o governo apresando-se em comprar arroz beneficiado num total de R$ 6,7 bilhões tendo uma safra até superavitária dos produtores gaúchos pronta a atender o mercado. Recursos estes que poderiam ser para subsidiar o arroz nacional e assim recuperar a economia do Estado.

A criação de um ministério ficou evidente que servirá para os recursos para o Estado sejam contingenciados a geridos por ministro que não sabe e nem conhece o próprio estado em que vive. Nestas horas se pergunta onde está o Senador Paim, defensor dos aposentados do qual tirou proveito até agora e nada contribuiu. Ver uma Maria do Rosário, intocável tirando fotos praticamente fazendo nojinho passeando de barcos. Ver a esquerda preocupada com cães e gatos, enquanto não se sabe o número exato de mortos e muito menos se mostra preocupação com isto. Ver artistas velhas como o santa-rosense se fazendo de triste e pedindo ajuda ara mandar comida e água para o povo gaúcho de onde partiu. Algo realmente lamentável ver gente eleita pelo povo desconsiderando todo o trabalho de voluntários e ainda o estado criando empecilhos para que donativos e ajudas cheguem aos necessitados.

Agora o Estado vai comprar barcos para os Bombeiros para salvamento em enchentes, quando tendo jet-skis negaram-se a colocar na água sob a alegação que era para “águas limpas” enquanto voluntário usavam seus equipamentos de lazer para realmente salvar vidas sem qualquer proteção.

Uma vergonha ver o governo federal se aproveitando da tragédia para empurrar, em conluio com deputados e senadores de esquerda do RS, buscando instalar a ditatura do comunismo e tendo o STF a olhar para o lado para as atrocidades que estão cometidas e aproveitam também para realizarem as suas e soltarem bandidos, como fizeram com o empossado.

Finalmente o Congresso está acordando para o caminho que este governo corrupto e destruidor da nação está buscando implantar. Enquanto o Congresso luta dentro do que preceitua a Constituição o STF faz tudo ao arrepio desta condenando civis como terroristas quando os mesmos estão no poder. O Congresso já deveria ter iniciado a limitação dos poderes do STF para enquadrar dentro da Constituição e das leis que servem par a todos. É ridículo lembrar da imagem da ministra Carmem Lúcia quando a mesma em sua posse citou com a altivez, que não tem quando analisa processos, “ninguém está acima da lei”, mas parece que sua senilidade já a fez esquecer e tem sido servil a quem lhe comanda.

O Congresso deve mostrar ao povo que a classe política pode ser depurada e para isto a esquerda deve ser combatida com suas ideias macabras e destruição do ser humano e da sociedade.