EDITORIAL

COM POPULARIDADE EM QUEDA QUEREM O FIM DA REELEIÇÃO

A mídia e a população estão vendo a queda vertiginosa da popularidade do empossado de Moraes. As constantes viagens sem qualquer resultado positivo para o país, aliás na maioria com resultados negativos diante das declarações e mentiras que tem exposto tem gerado dificuldades para a diplomacia brasileira. As declarações sobre as ações de Israel contra os terroristas de Hamas revoltaram o mundo diante da bestialidade de ignorar o holocausto. A esquerda tem por base sempre ignorar a história recente e se vale a da máxima de que “uma mentira contada muitas vezes se torna uma realidade nas pessoas”.

A Lava Jato foi a clara demonstração de que o “modus operandis” da esquerda assemelha a de mafiosos e de narcotraficantes. Agem em conluio depois de terem aparelhado o sistema com pessoas nos pontos chaves de estatais, de comando de órgãos governamentais e por fim no STF. O PCC que tem sido visto como um operador internacional do narcotráfico a partir do Brasil já havia dito que com o petismo haviam conversas cabulosas demonstrando a proximidade de ambas facções.

Os escândalos que resultaram na prisão de vários políticos e dirigentes de empresas na Lava Jato e que resultaram em quase R$ 300 milhões devolvidos espontaneamente por empresários e diretores da Petrobras comprovam que o sistema de propina e desvio de dinheiro permitia o tráfico de influência a alto custo.

Uma vez conduzido novamente a “cena do crime” dada pelas condições proporcionadas do ministro Fachin logo a esquerda voltou ao poder e antes mesmo de assumir já estava nomeando ministros das Forças Armadas e abrindo crédito suplementar e se liberando do teto de gastos para gastar e endividar ainda mais o país.

Desde que a esquerda assumiu o comando do país ficou a mercê do Judiciário e o governo em si somente preocupado em aumentar a arrecadação e a agradar a “turma da cultura” e a dividir o governo entre os partidos que se enfileiraram para que tomassem o poder. Desde então, o chefe de estado passou somente a viajar e a proporcionar excursões luxuosas em hotéis e lugares caríssimos deixando o governo a deriva dos seus soldados.

Ao fechar o primeiro ano com um rombo de mais de R$ 270 bilhões e aproximar a dívida interna de R$ 1 trilhão a popularidade do empossado foi caindo, pois diversas catástrofes climáticas aconteceram e o mandatário estava viajando fora do país sem se importar com os acontecimentos. O mesmo se verifica agora com a possível epidemia de dengue que já tem vacina comprovadamente eficaz e que não são compradas em quantidade para atender a demanda.

Em seus discursos o nome do ex-presidente está sempre presente, demonstrando o temor eleitoral que os seus 60 milhões de votos não lhe prestigiam enquanto o tornado inelegível arrasta multidões por onde passa, seja no Brasil ou no exterior. Esta inveja latente e também temor eleitoral acionou os parças do STF que além de tornarem inelegível passaram a acusar de assediar baleias, de um golpe por minuta e de joias presenteadas e que foram devolvidas, enquanto o empossado tem containers de presentes levados do Palácio da Alvorada e das centenas de viagens ao exterior. Tanto é o temor que foi retirado o passaporte para que não alertasse o mundo sobre as atrocidades do STF sobre a Constituição e para não fazer o mesmo que a esquerda e a dislexa fizeram viajando pelo mundo buscando destruir a imagem do país em “prol da amazônia”.

Diante de tanta falsidade e mentiras de campanha os eleitores estão se afastando da esquerda e a velha mídia tem visto o engodo e a perda de credibilidade assombrosa para a concorrência. Este medo de que possa vir o ex-presidente concorrer em 2026 e vencer e que assim poderá também buscar reeleição e a direita não mais deixar o poder estremece a base da facção de esquerda. Para isso precisam aprovar o fim da reeleição, mesmo que isto custe caro ao governo com cargos e verbas aos presidente das duas casas do Legislativo e principalmente pelo receio de que possa a vir ter o processo de impeachment acelerado e não terminar o mandato e voltar a cadeia de onde não deveria ter saído. Se assim ocorrer este será o caso mais famoso de “saidinha” que o Brasil vai conhecer.

A falta de popularidade está derretendo a esquerda e sabendo que perderão a próxima eleição para a direita já tentam derrubar a reeleição.